Bárbara Mendonça
A forma como o internetês faz a passagem da oralidade para a leitura e escrita na Internet O objetivo deste ensaio é investigar as motivações que levam os adolescentes a se interessarem tanto pelas salas de bate-papo pela internet, quanto pelo meio interativo que os mesmo conversam instantaneamente conhecido como MSN (Messenger). Para isso, a entrevista com jovens estudantes do ensino fundamental será indispensável. Os adolescentes responderam a perguntas desenvolvidas para este ensaio. Será analisada a relação entre as pessoas envolvidas com o mundo da escrita, as estratégicas usadas para se escrever e, sobretudo, as formas de ler na tela. Ao interagir com a internet o adolescente faz uma passagem da oralidade para a leitura silenciosa e visual na tela, que é uma leitura extensiva onde se é explorado diversos materiais que são lidos de modo insaciável e em grande quantidade. Segundo Roger Chartier interesse dos jovens na internet não deixa de ser, uma revolução da leitura: "ler em uma tela não é ler em um codex. A representação eletrônica de textos, modifica totalmente sua condição: a materialidade do livro é substituída pela imaterialidade de textos sem lugar próprio; à contigüidade imposta pelo objeto impresso opõe-se a livre composição de fragmentos indefinidamente manipuláveis;à percepção imediata da totalidade da obra, que se torna possível pelo objeto que a contém, sucede uma navegação de longa duração nos arquipélagos textuais com margens movediças. Essas mutações comandam, inevitavelmente, imperativamente, novas manerias de ler, novas relações com o escrito, novas técnicas intelectuais" (Chartier, 2003, p. 38). Em função disso, a explicação mais óbvia é que as pessoas ficam dispersivas ao ler na tela. Um estudo feito pela Universidade de Illinois 2004, no Alabama, mostra que o leitor capta mais notícias “importantes” quando estão impressas do que quando estão na tela. Eles observaram os hábitos de leitores exclusivamente da versão impressa e online do New York Times e comprovaram que enquanto o leitor de um jornal impresso encontra muitas dicas óbvias sobre a importância de uma matéria - onde ela está colocada na página, o tamanho do título, o comprimento do texto, por exemplo - o leitor online, que geralmente encontra as matérias usando um índice organizado por categorias, tem menos dessas pistas - principalmente o assunto do item e a colocação relativa no índice. Outro aspecto interessante, e, segundo uma pesquisa realizada em 2004 pelo professor Adam Penenberg diretor de Reportagem Econômica e de Negócios do Departamento de Jornalismo, o desanimador para a necessidade dos materiais impressos de conquistar leitores jovens, é a questão da credibilidade. Pela primeira vez desde que o estudo é realizado, a internet aparece como fonte confiável de informações para todas as faixas de idade pesquisadas. Quanto à eficiência das informações "utilitárias", como dicas de produtos e serviços, a internet supera em muito os jornais e revistas e é a primeira escolha entre 96% dos jovens. Quanto à diferença de conforto entre a leitura do papel e na tela, mais de 80% (81% nas faixas de 45 a 54 anos, 83% entre 25 e 34 e 85% entre 18 e 24 anos) já admitem que ler reportagens na tela é igual, ou melhor, do que ler no papel. Quase 80% dos jovens brasileiros, entre os 12 e os 18 anos utilizam sistemas de mensagens instantâneas da Internet (Messenger) e seis em cada dez usam freqüentemente, passando horas conversando no computador. Segundo a pesquisa que foi realizada em maio de 2009 com os alunos de uma escola municipal que se localiza em Contagem, 77% dos adolescentes são adeptos deste sistema, que possibilita uma conversação gratuita e em tempo real. O Messenger (MSN) permite satisfazer uma grande necessidade de comunicação sentida pelas crianças e jovens, sobretudo nas grandes cidades, onde atualmente são cada vez mais raras as brincadeiras de rua com os amigos, depois da escola. Antes, quando as crianças e os adolescentes saíam da escola, ficavam na rua para brincar com os amigos, jogar bola ou pular corda, por exemplo, e isso quase acabou. O Messenger os permite manter o contato com os amigos, quando estão em casa. Os jovens consideram muito importante estar sempre em contacto com os amigos e deixam o Messenger ligado, mesmo quando não estão em casa, para assim poderem ler o que os colegas lhes escreveram durante a sua ausência.
Esta pesquisa, concluída no mês de maio se 2009, confirma que a maioria dos alunos utiliza o Messenger para falar com amigos, mas outra parte confessa conversar até com pessoas que não conhecem, depois de obterem os seus e-mails através da Internet, por exemplo, a partir de jogos em rede. Apesar disso, mais de 90% dos alunos afirmam que os pais nunca ou raramente impõem restrições ao uso daquele sistema, limitando-se, a controlar os custos de utilização da Internet e não tanto os conteúdos.
Os adolescentes estão bastante conscientes dos riscos de falar com desconhecidos, até porque os casos ocorridos relacionados com conversas com estranhos ajudaram a alertá-los para o perigo.Provavelmente por isso, as salas de conversação (chat) na Internet, mais propícias a conversas com desconhecidos, têm uma taxa de utilização bastante baixa, com apenas 13% dos estudantes usam freqüente. Internetês designa a linguagem utilizada no meio virtual, em que "as palavras foram abreviadas até o ponto de se transformarem em uma única expressão, duas ou no máximo três letras", onde há "um desmoronamento da pontuação e da acentuação", pelo uso da fonética em detrimento da etimologia, com uso restrito de caracteres e desrespeito às normas gramaticais.
A linguagem utilizada na Internet é caracterizada pela informalidade, e, por ser em tempo real, os usuários simplificam ao máximo para agilizar a comunicação para que a conversa seja tão rápida como a fala. De acordo com a pesquisa realizada na escola Municipal Pedro de Alcântara Júnior, os erros de pontuação, tais como vírgula, ou uso dos porquês são erros mais antigos que a criação da Internet e não se justificam pelo uso do Internetês. A língua-padrão e o Internetês são línguas que se manifestam em ambientes e contextos diferentes e fazem exigências diferentes com um objetivo comum: que receptor receba e entenda a mensagem original. Na língua-padrão a prioridade é uso correto da gramática normativa, havendo a necessidade de utilizar o tempo que for necessário. No Internetês a prioridade é falar em menor tempo possível, mesmo desviando das regras gramaticais, havendo possibilidade de inová-las economizando letras, conforme a necessidade: escrever na rapidez de uma fala. O internetês é uma forma de expressão que explodiu principalmente entre adolescentes que passam horas na frente do computador no Orkut, em chats, blogs e comunicadores instantâneos em busca de interação - e de forma dinâmica.
Escrito por Nós... às 00h29
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Marcílo Jésio
As Novas Tecnologias na Educação: A dificuldades de inclusão digital de alguns professores Segundo o site do MEC., o Gesac (Governo Eletrônico – Serviço de atendimento ao cliente) que utiliza da informação para promover inclusão digital em todos os estados brasileiros e tem como meta disponibilizar acesso à internet e mais um conjunto de outros serviços de inclusão digital, as comunidades escolares vinculadas a rede mundial de computadores, a cada dia garantem condições estruturais para desenvolverem ótimos trabalhos de inclusão digital e na busca da interação escola/internet através de jogos on-line, trabalhos digitais, pesquisas e outros fazem deste processo inclusivo, um ganho para o desenvolvimento dos alunos na busca pelo saber. As escolas públicas são as que mais sofrem com o problema da inclusão digital, pois apesar do acesso aos computadores, muitos educadores ainda não estão preparados para encarar tal situação, a de educar através da tecnologia computadorizada. O site do MEC divulgou recentemente a seguinte reportagem: A professora Adriana Cordeiro, há 13 anos na rede pública do Distrito federal, conta que o sobrinho de sete anos já sabe que é o Euro a moeda vigente na União Européia. Intrigada, Adriana pergunta ao menino onde ele havia aprendido sobre o Euro, rapidamente o garoto responde: “na internet”. A professora chegou à conclusão que muitos alunos já estão mais adiantados do que alguns educadores quanto ao uso das novas tecnologias digitais. Porem, não são todos os professores que pensam como Adriana, que os alunos estão desenvolvendo uma ótima relação com a internet e que o educador precisa estar preparado para junto ao aluno construir um rico aprendizado. Após fazer uma entrevista com algumas professoras da rede Municipal obtive as seguintes informações ao perguntar: Você é a favor ou contra a inclusão digital no ambiente educacional? A professora Dirlene Gomes de uma escola Municipal de Belo Horizonte, diz que a inclusão digital serve para deixar os alunos mais dispersos nas aulas, e terem acesso a conteúdos não apropriados, para ela aula que se preze é a tradicional com livros didáticos e atividades manuais. Para Fernanda Martins a internet é boa somente para fazer algumas pesquisas mais, não acha que os alunos tão conta, e afirma que seus alunos não têm um bom conhecimento de informática para desenvolverem possíveis atividades que venha a aplicar. A professora Soraia diz que seus alunos não têm acesso a internet em casa, nem em Lan House, pois segundo ela, a escola esta situada em uma periferia onde as pessoas não têm condições de comprarem computadores para fazerem seus trabalhos, por isso ela nunca pedi trabalhos digitados para os alunos pois sabe que não terão como fazer. Segundo Valente (2000), ao escrever o texto “Diferentes Usos do Computador na Educação”. “Para implantação do computador na educação são necessários basicamente quatro ingredientes: o computador, o software educativo, o aluno e o professor capacitado para usar o computador como meio educacional”. Os professores tradicionais vão contra estes “ingredientes” a partir do momento que são contra a inclusão digital, mesmo que existam vários fatores que dificultam este processo de inclusão, os educadores tradicionais devem ceder espaços às novas tecnologias. Pois como mostra o texto “Internet: o que muda na escola” (Portal Educacional) a inclusão digital: Desenvolve o raciocínio como nunca, nos alunos – contribui com capacidade de pesquisa e comparar informações e o professor deixa de ser informador para ser formador. Segundo tal informação fica uma dúvida: Será que esta resistência esta ligada ao desconhecimento dos educadores quanto ao uso do computador? Para sabermos a melhor resposta devemos fazer uma auto-avaliação sobre como estamos encarando tal realidade, e se estamos preparados para enfrentar o mundo virtual que a cada dia conquista mais alunos.
Escrito por Nós... às 00h26
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Gabriela Souza 2ª parte
CONSIDERAÇÕES FINAIS Ao analisar a posição dos professores de Língua Portuguesa frente à influência que a internet exerce na escola, tanto na aprendizagem do aluno quanto nas práticas pedagógicas do educador, percebe-se que há muito em que melhorar. Primeiro, os professores precisam ter uma formação bem direcionada a fim de saber lidar com essa influência. Além disso, é necessário que o educador busque, ele mesmo, soluções para as situações com que se depara em sala de aula. Essas podem variar desde o desuso dos acentos gráficos à abreviação de palavras. Afinal, como atesta Costa (2005), os internautas usam um novo código discursivo e cultural, espontaneamente construído, que se caracteriza como um conjunto de recursos icônicos, semióticos, logográficos, tipográficos e telemáticos. Ele ainda explica que esse novo espaço de comunicação permite uma escrita, uma leitura e uma difusão que não são limitadas geograficamente e seus usuários materializam um novo código discursivo a partir de recursos já existentes. Ele ainda exemplifica: Esses recursos, já existentes (sinais de pontuação, abreviações, elementos gráficos, maiúsculas, etc.), são reutilizados pelos usuários para o desenvolvimento do falar-escrito ou da escrita-oralizada, de caráter híbrido, muito próprio dos chats (bate-papo) da internet, uma interação bastante informal. (COSTA, 2005, pág. 7) Dessa maneira, o professor de Língua Portuguesa precisa estar atento a como ele mostrará aos seus alunos que sua escrita deve se adequar ao tipo de texto e o suporte do texto que escrevem. Portanto, é dever do professor sempre orientar seus alunos, e mostrar-lhes que usar na internet uma forma de escrita um tanto mais livre não é errado, mas que todos precisam estar atentos quando escrevem redações, ou trabalhos acadêmicos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COSTA, S.R.; A construção/apropriação da escrita nas salas de aula da escola fundamental e nas salas de bate-papo na internet. (2005) XAVIER, A.C.; Reflexões em Torno da Escrita nos Novos Gêneros Digitais da Internet Pernambuco, SD. BRITO, G.S.; A escrita utilizada na Internet chega à sala de aula: como lidar com isso? Beijo, bêjo ou bj? Presente! Revista de Educação. Edições Loyola, Salvador, 2005. ALMEIDA, M.M.F.; A escrita utilizada na Internet chega à sala de aula: como lidar com isso? Pode professora, escrever assim? Presente! Revista de Educação. Edições Loyola, Salvador, 2005.
Escrito por Nós... às 00h20
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Gabriela Souza
A influência da internet no processo de ensino-aprendizagem dos adolescentes Com o objetivo de estudar as influências da internet no ensino e na aprendizagem da língua portuguesa de uma forma mais profunda, este ensaio abordará quais são as dificuldades enfrentadas pelos professores, ao ensinar, e também pelos estudantes, ao assimilar a matéria, além de reafirmar quais são as causas de tais dificuldades e algumas maneiras de lidar com essas de modo a obter sucesso. Os estudos demonstrados neste ensaio terão como base alguns textos que tratam de recursos usados pela maioria dos adolescentes a fim de se comunicar com seus amigos e de se divertir, como por exemplo, o Windows Live Messenger e o Orkut. Será que estes recursos realmente afetam sua escrita, sua leitura e consequentemente, sua aprendizagem da língua Portuguesa? Como se dá essa influência? O que se pode fazer para que esta influência não atrapalhe e sim auxilie a aprendizagem dos alunos? Estas perguntas serão analisadas e respondidas no decorrer do ensaio. A internet tem-se tornado cada vez mais utilizada. O número de pessoas que tem livre acesso à rede vem aumentando vertiginosamente. O número de adolescentes em idade escolar que tem acesso a programas como o Windows Live Messenger e o Orkut é enorme. Por isso, os professores, especialmente os de Língua Portuguesa, vêm discutindo o tamanho da influência que esses programas exercem na aprendizagem de seus alunos, e, se essa influência é benéfica ou não. Para entender a preocupação dos educadores se faz necessário saber que influência é essa. Segundo Xavier (SD), a intensa utilização do computador para a interação entre pessoas a distância tem feito muitos adolescentes efetivarem práticas de leitura e escrita diferentes das formas tradicionais de letramento e alfabetização. Os adolescentes passam então a lidar não só com as formas de escrita ditadas pela gramática, mas também são capazes de configurar a língua escrita, adequando-a à sua necessidade. Uma vez que, a fim de participar de conversas instantâneas na rede é preciso que o indivíduo tenha agilidade ao manusear o teclado. Ela precisa ser rápida, pois a demora na resposta pode significar, entre outras coisas, a desconsideração de sua opinião por parte do interlocutor, conforme Xavier (SD). Ainda a respeito de tal influência Almeida afirma que: Cada vez mais as produções escritas dos alunos trazem marcas de uma “língua” que vai se criando a partir, essencialmente da redução e/ou abreviação de palavras, expressões e até frases inteiras, sintetizadas em sinais codificados que, à primeira vista, parecem estranhos e até inaceitáveis para o padrão português, mas que, aos poucos, vão assumindo já características próprias de uma linguagem que, em seu ambiente natural, a tela do computador, tem intenções imediatas, já que a versatilidade, a rapidez e a facilidade da sua transcrição são impressionantes. (ALMEIDA, 2005, pág.1) Ao considerar que a influência da internet na escrita dos alunos é notadamente válida, é importante saber se ela afeta a aprendizagem dos alunos. Hoje, nas escolas difunde-se o discurso de que a linguagem da internet tem prejudicado a aprendizagem da escrita correta das palavras do Português, mostra Xavier (SD). No entanto, estudos atestam que esse fato pode e deve ser revertido, afinal, para que os adolescentes possam reconfigurar a escrita padrão eles precisam conhecê-la, mesmo que minimamente. Xavier defende que: Logo a pressa em escrever para não perder a discussão em andamento gera novas formas de anotar palavras e expressões da língua. (XAVIER, SD, pág. 2) Xavier então aponta que a influência da escrita virtual na escrita real pode ser usada de forma benéfica, para auxiliar o educador em suas práticas pedagógicas: O uso dos gêneros digitais da internet não prejudica a aprendizagem da escrita pelos adolescentes. Antes, deve servir de contraponto para a escola alertar esses usuários sobre a necessidade de se comportar diferentemente diante dos vários gêneros e suportes textuais e assim adequar a escrita a cada um deles. (XAVIER, SD, pág. 3) Sendo assim, o educador precisa saber o que fazer e como fazê-lo. De acordo com Brito (2005) é preciso desenvolver habilidades que permitam o acesso e o controle das tecnologias e seus efeitos. Dessa forma, é imprescindível que o professor tenha em mente que a internet estará sempre presente em sua vida e na de seus alunos, e que a linguagem na internet trará desafios para dentro da sala de aula. Caberá ao professor lidar com isso da maneira correta. Como Brito afirma: Cabe ao professor trazer isso para a sala de aula, com atividades práticas, de preferência utilizando o ambiente informatizado da escola, que produzir textos é se comunicar e que cada gênero textual exige uma configuração particular, ou seja, deve estar adequado ao lugar, contexto e interlocutor. (BRITO, 2005, Pág.1) Além disso, o professor mesmo precisa estar familiarizado, se informar a respeito do assunto, uma vez que ele não poderá ensinar ou lidar com algo que não conhece. Brito discorre sobre isso: Aquele professor que insiste em não refletir sobre as práticas culturais específicas, surgidas de necessidades diferenciadas nas sociedades do mundo contemporâneo, com certeza não conseguirá mostrar isso ao seu aluno. (BRITO, 2005, Pág.1) Em suma, percebe-se que o uso que os adolescentes fazem da internet em programas como o Messenger e o Orkut afeta sim a escrita, a leitura e, consequentemente a aprendizagem da Língua Portuguesa dos mesmos. Por isso é importante que cada professor seja bem formado para que saiba lidar com essa situação de forma a obter sucesso em sua profissão. Segundo Brito: Faz-se necessária a formação continuada do professor de Língua Portuguesa focando as questões das novas tecnologias e o ensino de língua, para que este possa entender que a Internet veio para mexer com os paradigmas educacionais e que não cabe mais arbitrariedade de opiniões, linearidade de pensamento, trilhada em um único caminho. (BRITO, 2005, pág. 2) Assim, nenhuma intervenção pedagógica, harmonizada com a sociedade contemporânea e com inovações, será eficaz sem a colaboração consciente do professor e sua participação na promoção da emancipação social.
Escrito por Nós... às 00h17
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